PLANO DE GESTÃO DO PERÍMETRO FLORESTAL DO PLANALTO LESTE




frente de plantação

Água das Caldeiras, Junho 30, 1990



Ministério de
Desenvolvimento Rural
Direcção Regional
Santo Antão




Mapa 1. Perímetro florestal do Planalto Leste zona A
Mapa 1. Perímetro florestal do Planalto Leste zona A.



I. INTRODUCÇÃO


A. Sumária do relatório


Para facilitar a gestão do perímetro de Planalto Leste, foi elaborado um piano de gestão geral que inclui um plano de ordenamento, com base na Portaria N° 86 do ano 1985; uma descrição pormenorizada das áreas e das subáreas dos núcleos florestais se estiverem divididas, cada área num mapa com escala 1 : 10.000. Para os tipos de florestas principais: floresta de protecção, floresta de produção de madeira, floresta de produção de lenha e de poster e floresta de use silvo pastoril, foi descrito o tratamento silvícola principal, baseado nas rotações, presença e mistura das espécies. Também foi escrito uma breve historia do perímetro do Planalto Leste. Neste historia foram descritas as espécies florestais que foram plantadas no Planalto Leste.

B. Descrição clima-geográfica do Planalto Leste


O perímetro da parte superior da bacia hidrológica chamado Planalto Leste foi delimitado em princípio pelo isohipso de 1000 metros. Para incluir o núcleo de Corda e a área de Moradinha foi seguido o isohipso de 800 metros. O Planalto tem uma paisagem mais ou menos ondulada na zona central com inclinações abruptas nas zonas limítrofes.

Planalto Leste

A altitude maior e de 1600 metros no monte de Pico da Cruz. Geologicamente o material maternal e de origem vulcânico, piroclástico com textura fina a muito grossa (cinza e mesmo bombas) e basáltico. E uma paisagem denudativa (em via de desaparecer por causa da erosão) com uma alta dinâmica, em que, por falta de vegetação protectora, a meteorização do material maternal e igual ou maior do que a erosão. No Planalto começam as ribeiras principais que formam os vales de Alto Mira, Figueiras, Garça, Ribeira Grande, Figueiral, Duque, Torre, Janela, Paúl, Brava, Ribeirão Fundo etc. Existem só duas áreas planas: Chá de Lagoa e Fundo de Cova onde há acumulação de material. As ladeiras consistem em geral de pendentes convexos quase sem perfil e dentro das respectivas ravinas material coluvial grosso e depositado.

Com base nos mapas de profundidade de solo, mapa pedológico e mapa de declives foi elaborado um mapa de uso principal de terra por Van der Zee, o qual foi adaptado ao uso actual.

O clima de Planalto Leste foi descrito por Hiemstra e por Van der Zee e três zonas fitoclimatologicas foram designadas por Hiemstra. As temperaturas medias são de (4)10 ate 35(40) °C, e a precipitação media anual a entre 100 e 1800 mm, embora nos últimos anos as precipitações diminuíram e apenas chegaram aos níveis de um clima desértico.

II. HISTORIA DA SILVICULTURA EM PLANALTO LESTE




Os Portugueses começaram a luta contra a erosão na Ilha de Santo Antão com a plantação de Eucaliptos na bacia de Pêro Dias no ano de 1942. Uma missão silvícola foi inicialmente chefiada por um regente florestal em 1949. Foram estabelecidos dois perímetros florestais: Ponta do Sol e Manuel de Joelho com 900 hectares e o de Moroços com 17.600 hectares. A missão arborizou também a ladeira do Santíssimo Nome e a zona baldia de Ponta do Sol. A arborização do perímetro de Moroços começou pela zona de Mesa, propriedade do Estado, em 1949. No ano de 1960 chegou-se a conclusão que, dada a exposição do planalto e a sua baixa altitude era inútil arborizar esta propriedade. Em seguida estenderam-se os trabalhos aos núcleo de Pêro Dias e Ribeirão Fundo em 1954, sob a direcção do regente agrícola.

Mapa 2. Perímetro florestal do Planalto Leste zona B
Mapa 2. Perímetro florestal do Planalto Leste zona B.
Pico da Cruz
No inicio de 1956 a missão começou a ser chefiada por um engenheiro silvicultor, tendo no ano seguinte alargado os trabalhos ao Núcleo de Agua das Caldeiras ainda no perímetro de Moroços. No perímetro de Ponta do Sol, só em 1958 se iniciaram os trabalhos, mas em escala muita reduzida e a título de sondagem. As superfícies plantadas nos anos sucessivos podem ser analisadas no seguinte quadro:

SUPERFICIE DA FLORESTA ANEXADA POR ANO
Quadro 1. Divisão do Perímetro florestal por ano de anexação.
Quadro 1. Divisão do Perímetro florestal por ano de anexação.<
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Numerosas espécies foram testadas, entre elas espécies europeias como Quercus spp, Fagus spp, Alnus spp, Castanea saliva, Robinia speudoacacia; espécies africanas, americanas e australianas. A maioria destas tentativas fracassaram e agora só se encontra alguns exemplares dentro da floresta como Albizia gummifera, Quercus suber, Castanea saliva, Ailanthus allissima e Chamaecyparis lawsoniana. Das numerosas espécies do género de Eucalyptus, plantadas sobre tudo na área de Pêro Dias, só algumas sobreviveram. O material não era geneticamente puro, pois tinha muitos híbridos provenientes do Brasil. Devido a pouca profundidade e impenetrabilidade dos solos, adicionado ao mau desenvolvimento do sistema radicular, a maior parte desta plantação tem estado a secar desde o ano 1980.


Mapa 3. Capacidade de use da terra e as áreas florestadas do Planalto<br >
Leste: parte ocidental
Mapa 3. Capacidade de use da terra e as áreas florestadas do Planalto Leste: parte ocidental


III. A SIGNIFICAÇÃO ECOLOGICA DA SILVICULTURA NA ILHA DE SANTO ANTÃO



A. Relatos Fundamentais


Existem motivos ecológicos como também financeiros/económicos para executar trabalhos de silvicultura. Os motivos ecológicos são de mais alta importância, elas não necessariamente contraditórios com os últimos, porque a obtenção de lucros a longo prazo significa uma utilização racional de recursos naturais renováveis.

A cobertura vegetal e uma reflexão do meio ambiente, mas também promove um efeito extra: o microclima. A cobertura vegetal e a protecção principal contra a erosão do solo. O sistema mais complexo de vegetação terrestre e a floresta completamente desenvolvida. E a melhor forma de proteger o sobre solo contra a erosão causada pelo vento ou pela agua.

Mapa 4. Capacidade de uso da terra e as áreas florestadas do Planalto<br >
Leste: parte central.
Mapa 4. Capacidade de uso da terra e as áreas florestadas do Planalto Leste: parte central.


B. Utilização da terra e controle de erosão


Planeamento de uso da terra e o método principal para decidir o uso próprio, em termos agrícolas para um certo tipo de unidade de terra. Através duma observação no campo pode se fazer uma avaliação e classificação da terra. Áreas com limites naturais (tal como uma bacia hidrográfica) são escolhidas, porque nelas todas as actividades agrícolas ou de outro tipo estão inter­relacionadas, devido ao impacto destas actividades no sistema hidrológico.

Mapa 5. Capacidade de uso da terra e as áreas florestadas do Planalto<br >
Leste: parte oriental.
Mapa 5. Capacidade de uso da terra e as áreas florestadas do Planalto Leste: parte oriental.


A classificação principalmente universal e existem 5 ou 6 grupos principais de uso de terra.

Estes estão relacionados com os factores principais, os quais influenciam o grau de erosão causada pelo vento ou pela agua:

Quadro 2. Capacidade de uso versus uso actual da terra no Planalto Leste.
Quadro 2. Capacidade de uso versus uso actual da terra no Planalto Leste.


1. O clima,
2. As características pedológicas do solo,
3. A topografia do terreno.

Os grupos de uso de terra não são baseados em actividades humanas para diminuir as influencias dos três factores mencionados. Por isso os grupos de uso de terra reflectem a situação natural respeitante ao grau do declive, profundidade do solo, regime da precipitação e cobertura do solo. As classes dão a capacidade de uso de terra, e se limitam a indicar a qualidade e a quantidade da cobertura vegetal durante o período do ano com major risco de erosão causada pelo vento ou pela agua.

Quadro 3. Utilização da terra no Planalto Leste (1989).
Quadro 3. Utilização da terra no Planalto Leste (1989).



C. A dinâmica ambiental e a formação da vegetação


Sob as circunstancias naturais, a Ilha de Santo Antão não esta muito bem protegida contra as severas condições climatológicas, como os ventos intensos, a extrema seca durante longos períodos do ano, grande insolação nas zonas de altitude e grande intensidade da pluviosidade durante um curto período do ano. A meteorização do material maternal e rápido, visto que estas rochas vulcânicas estão sobretudo inconsoladas e brandas. Somente as camadas basálticas arrefecidas lentamente e por consequência são cristalizados em rochas mais resistentes a meteorização e manifestam- se na paisagem como afloramentos ou diques.

Processos de formação de solo são limitados nas zonas subsumidas e semi- aridas. Não só por falta duma flora e fauna desenvolvida, mas também devido aos processos naturais de erosão causados pelo vento e pela chuva que são duma tal amplitude, que solos profundos estão formando somente nas faldas ou nas partes concavas das inclinações e pequenas ravinas.

A situação actual da vegetação e do solo a de tal maneira que a erosão do sobre-solo esta em equilíbrio com a meteorização da matéria maternal. A degradação da vegetação devido ao pastoreio excessivo e recolha de palha e lenha durante centenas de anos, tornaram grande parte do Planalto Leste em "waste-land" sem sobre-solo ou com solos pouco profundos e pedregosos.

D. A flora endémica e a vegetação natural


A dinâmica natural da ilha e elevada, a taxa de transformação da matéria maternal e grande e por isso as condições ambientais permitem só. uma vegetação pioneira, e nas altitudes elevadas um tipo de vegetação tropical-alpino com predominância de pequenos arbustos, que se adaptaram pelo formato da copa e tipo de folhagem a insolação intensa de raios ultravioletas, ventos intensos e temperaturas extremas.

A flora actual e pobre em quantidade de espécies. Se era mais rica no passado, não se pode afirmar com certeza. A situação geográfica das ilhas do arquipélago de Cabo Verde constitui uma desvantagem para o enriquecimento da flora e da fauna. As poucas espécies endémicas devem ter chegado nas ilhas sem interferência humana, atravessando 500 km no oceano, flutuando ou transportado pelo vento e por aves. Isto reduz a flora as espécies com sementes ou frutas transportadas pelo vento ou por aves; também frutas ou sementes flutuantes e resistentes a agua salina, capazes de vencer as montanhas e as ribeiras. Colonização por arvores era praticamente impossível, não só por causa destas restrições, mas também por causa dos muito poucos sítios adequados.

Mapa 6. As florestas do Planalto Leste: parte ocidental.
Mapa 6. As florestas do Planalto Leste: parte ocidental.


Sementes da arvore Tarafe (Tamarix senegalensis) possivelmente invadiram as desembocaduras das ribeiras e colonizaram as beiras e camadas de material aluvial dos leitos, o mesmo aconteceu com as Figueiras (Ficus capensis, F.gnaphalocarpa) formando povoados nas linhas de agua dos vales secundários: as sementes transportadas por aves. Talvez o Dragoeiro (Dracaena draco) também e endémico, mas o use do sumo desta arvore como colorante natural era comum no tempo da colonização. Então pode se imaginar que existia um tipo de vegetação semelhante ao existente actualmente no Planalto Leste: arbustos perenes como Tortolho (Euphorbia luckeyana), Losna (Artemisia gorgonum) e Cura Cabra (Periploca chevalieri) com copas arredondadas e com alturas ate 1,5 m; arbustos sub lenhosos ate 50 cm de altura, como Língua de Vaca (Echium stenosiphon), Mato Botão (Globularia amygdalifolia), Mato Branco (Helianthemum gorgoneum), Rosmaninho (Lavandula dentata), Lisboa (Lavandula rotundifolia), Risco (Lavandula stricta), Marcela (Asteriscus vogelii); ervas e gramas perenes como Agrião de rocha (Kickxia spp) Mato Branco (Conyza feae, C.varia) Coroa do Rei (Sonchus daltonii) Carburtaia (Lotus spp), Ervatão (Sarcoslemma daltonii), e muitas gramas e ervas anuais. Nos lugares mais protegidos pode crescer uma vegetação desenvolvida e nas linhas de agua das pequenas ribeiras, arvores pequenas como Figueira, Tarafe ou Dragoeiro.


E. A floresta velha


Não e surpreendente que as actividades florestais actuais estejam concentradas na parte nordeste da Bacia Superior Oriental Planalto Leste de Santo Antão. Os portugueses começaram em 1952 a arborizar partes do Planalto Leste e também áreas de altitudes mais baixas como Ponta do Sol, Órgãos, Mesa e Ladeira Santíssima. Eles começaram a florestação numa época pluviosa. Depois o clima piorou e a área actual com floresta madura e o resultado dessa mudança climatológica. A razão principal para a existência desta área arborizada, esta na presença de nevoeiro ou nuvens, provocadas pela massa de ar ascendente dos ventos alísios do NE, o vento dominante durante a maior parte do ano no arquipélago de Cabo Verde. Os rochedos altos elevando-se ate 1400 m no lado exposto ao vento estão forçando o ar húmido para cima. Pelo resfriamento dessa massa de ar o vapor esta condensando e formando nuvens. As finas gotas de agua dentro destas nuvens são capturadas na vegetação alta e acumuladas em gotas maiores que depois caem no chão como chuva horizontal. Esta intercepção de nevoeiro pode contribuir ate 200% da precipitação efectiva nessas áreas.

Como foi mencionado antes, uma floresta não a um tipo simples de vegetação. Sua forma e estrutura no espaço cria um ambiente diferente com o seu próprio clima, normalmente chamado o microclima. A característica mais notável e a circunstancia em que a vegetação de grande altura e capaz de interceptar mais agua de nuvens ou de nevoeiro que a vegetação baixa. Isto significa que a influencia do nevoeiro pode ser mais efectivo no caso de arvore maiores e as mesmas arvores podem crescer mais quando a precipitação total e maior. Um sistema procriando a si mesmo!

Estas condições básicas devem estar presentes durante os primeiros quatro anos de vida das arvores. Depois disso as arvores podem, graças a sua forma de crescimento, e depois dum período de consolidação crescer duma maneira acelerada. A vegetação natural da ilha, um tipo com arbustos baixos e de ervas perenes, nunca vai ser capaz de interceptar agua suficiente do nevoeiro para formar um cobertura densa de camadas múltiplas. Por isso a influencia desvantajosa dos ventos vigorosos e secos durante os períodos de seca não afecta a floresta.

Mapa 7. As florestas do Planalto Leste: parte oriental.
Mapa 7. As florestas do Planalto Leste: parte oriental.


F. Planalto Leste na sua função de bacia hidrográfica


A floresta madura forma a melhor cobertura vegetal para proteger o solo contra a erosão. Embora as arvores tenham um nível elevado de transpiração (usam bastante agua), também são capazes de procurar agua em profundidades ate 50 m.

Alem disso, a associação floresta esta preservando agua, criando um microclima, diminuindo as extremas condições climatológicas que existem fora da floresta.

Mas não é possível de criar florestas quando as condições naturais são adversas demais para permitir as arvores novas de crescer e formar uma camada fechada das suas copas. Naturalmente pode-se ajudar irrigando e fertilizando, criando protecções contra o vento ou tapetes artificiais contra a evaporação de agua no perfil do solo, mas todas estas medidas gastam dinheiro, então tem de haver motivos bem definidos para tomar estas medidas.

Muitas vezes suficiente recriar as condições de regeneração da cobertura vegetal original protegendo as plantas contra o pastoreio excessivo e contra o arrancamento de plantas com raiz. Só em ladeiras com erosão seria pode-se tomar medidas para a construção de terraços.


G. Manejamento de Florestas Existentes


As florestas do Planalto Leste servem em primeiro lugar para a protecção do solo contra a erosão causada pelo vento e pela agua e para aumentar a infiltração das precipitações. Uma tal floresta de protecção, embora exigindo o mínimo de actividades perturbadoras, precisa de uma piano de gestão. As plantações são vulneráveis a pragas e doenças, sofrem de competição na fase primaria da sua vida e estão susceptíveis a incêndios. Gestão de florestas significa reduzir estes riscos através da execução de trabalhos de manutenção: monda, desbaste e limpeza na estação e idade de povoamento correcto, conforme um piano de gestão.

A organização das actividades anuais no campo, tem que ser baseados nos pianos de gestão da floresta existente. Gestão também inclui a recolha de produtos florestais primários e secundários. Neste caso: madeira e lenha; sementes para o viveiro ou banco de sementes, material vegetal para plantar como enxertos, ladroes de raiz ou rebentos; ervas medicinais, feno e forragem, mel, etc. A extracção da madeira tem que ser executada considerando no máximo possível o ambiente e sempre conforme os métodos apropriados para o tipo de terreno.

Sempre se deve lembrar que a proeminente justificação para a existência das florestas do Planalto Leste e sim a protocolo e não a produção. Também na escolha das espécies para uma floresta tem de se seguir estas recomendações.

Um denso povoamento rasteiro de Acácia saligna ou Acácia pycnantha de regeneração espontânea, talvez não tenha aparência tão bonita para o silvicultor, mas e claro que permite uma melhor cobertura protectora e as arvores tem uma maior probabilidade de sobreviver porque não tiveram de ser transplantadas e as suas raízes não foram atrofiadas no crescimento. Portanto, a decisão de substituir as Acácias por Pinheiros para a obtenção de madeira não se justifica sempre.

A gestão duma floresta protectora e no primeiro lugar um mal necessário porque a floresta plantada não e natural e por isto esta na generalidade mal adaptada ao ambiente. Uma vez estabelecida, a gestão tem que ser orientada para a obtenção duma floresta mais robusta ajudando o decrescimento natural de ladroes de raízes, rebentos e plantinhas novas. As arvores maduras da floresta dificultam o desenvolvimento desse novo crescimento, portanto, devem ser cortadas atempadamente, para estimular a próxima generalato a qual vai ser muito mais vigoroso.

IV. DIVISAO DO PERIMETRO FLORESTAL DO PLANALTO LESTE



A. Justificação


Historicamente existia somente 4 núcleos florestais no Planalto Leste: Agua das Caldeiras, Ribeirão Fundo, Pico da Cruz e Pêro Dias. Durante os primeiros anos da cooperação Holandesa partes das florestas maduras foram levantados em sentido topográfico e florestal, descritos em vários pianos de manutenção. Desde então, outras áreas foram plantadas, sobre tudo na parte Oriental do Planalto Leste.

Para fins de actualização do levantamento topográfico e florestal e escrever um piano geral de ordenamento e gestão será necessário trocar o sistema de delimitação. Em concordância com a Portaria 86/85, foi desenhado um mapa topográfico do Planalto Leste com escala de 1 : 50'000, constituído por dual zonas, subdivididas em áreas. Parece lógico seguir esta divisão oficial no novo piano geral de ordenamento.

B. Divisão


O Perímetro do Planalto Leste foi dividido em 2 zonas, mais ou menos seguindo as zonas fitogeografias de maior importância: a zona semi-arida juntamente com a zona subsumida e a zona húmida. A zona A inclui a parte Oeste do Planalto Leste e a zona B a parte Este do Planalto Leste. Para facilitar a gestão foi criado 3 núcleos na zona A e 3 núcleos na zona B.

V. SUMARIO DA DIVISAO:



A. ZONA A: (4480 ha)


1. (I) Núcleo de Moroços (1262 ha)


a. Área de Monte Hortelão (629 ha)


(1) Subárea de Chá de Pingo
(2) Subárea de Monte Pingo
(3) Subárea de Chá de Moroços
(4) Subárea de Gudo de Moroços
(5) Subárea de Gudo da Cruz
(6) Subárea de Monte Hortelão
(7) Subárea de Gudo de Antena

b. Área de Moroços-Tenente (238 ha)


(1) Subárea de Cruz de Moroços
(2) Subárea de Gudo de Chá de Baixo
(3) Subárea de Chá de Baixo
(4) Subárea de Gudo de Moroços
(5) Subárea de Chá Queimada
(6) Subárea de Ribeira Manuel Maria
(7) Subárea de Gudo de Cavaleiro
(8) Subárea de Covoada de Cavaleiro

c. Área de Ladeira Alta (395 ha)



2. (II) Núcleo de Lagoa (1813 ha)



a. Área de Espadana (112 ha)



b. Área de Chá Branca (315 ha)


(1) Subárea de Lombo de N' Senhor

c. Área de Covoada Funda (37 ha)



d. Área de Ribeirão das Figueiras (236 ha)


(1) Subárea de Cova Goteira
(2) Subárea de Chá de Ribeirinha
(3) Subárea de Boca de Ribeira Figueiras

e. Área de Esdrougal-Ribeirinha (526 ha)


(1) Subárea de Gudo Ribeirinha
(2)Subárea de Gudo de Matinho

f. Área de Chá de Lagoa (289 ha)


(1) Subárea de Recanto do Ribeirão Largo
(2) Subárea de Lagoinha
(3) Subárea de Fundão de Lagoa

g. Área de Chá de Estrela (298 ha)


(1) Subárea de Lombo de Covão de Lagoa
(3) Subárea de Chá de Anor
(3) Subárea de Chá de Estrela
(4) Subárea de Dom Gonçalo

3. (IV) Núcleo de Cruz João Hérodes (1405 ha)



a. Área de Gudo de Engenheiro (136 ha)



b. Área de Cruz do Gaiteiro (224 ha)



c. Área de Cruz João Hérodes (182 ha)



d. Área de Chá de Branca (254 ha)



e. Área de Gudo Selada do Tarafe (259 ha)



f. Área de Morro de Vento (350 ha)


(1) Subárea de Cruz de Morro de Vento
(2) Subárea de Seladinha de Paiva
(3) Subárea de Selada Tarafe

B ZONA B: (3500 ha)



1. (V) Núcleo de Agua das Caldeiras (769 ha)



a. Área de Lombo das Pedras (221 ha)


(1) Subárea de Lombo Pelado
(2) Subárea de Ribeira de Poio
(3) Subárea de Espongeiro
(4) Subárea de Gudo de Matinho
(5) Subárea de Gudo de Bardo de Ferro
(6) Subárea de Ninho de Corvo

b

. Área de Agua das Caldeiras (548 ha)


(1) Subárea de Agua das Caldeiras
(2) Subárea de Lombo de Figueira
(3) Subárea de Cima de Cova
(4) Subárea de Ladeira Trilho
(5) Subárea de Ladeira de Ribeira de Poio
(6) Subárea de Morro de Conceição
(7) Subárea de Seladinha
(8) Subárea de Veredas
(9) Subárea de Chá de Casa
(10)Subárea de Lombo de Posto
(11)Subárea de Covoada de Posto
(12)Subárea de Escovadinha
(13)Subárea de Pedra Rachada

2.(VI) Núcleo de Corda (306 ha)



3.(VII) Núcleo de Pico da Cruz (2425 ha)



a. Área de Ribeirão Fundo (863 ha)


(1) Subárea de Lombinho Branco
(2) Subárea de Aguadinha
(3) Subárea de Topo Verde
(4) Subárea de Chá de Cabrita
(5) Subárea de Lombo de Figueira
(6) Subárea de Lombo Pedra Ratinho
(7) Subárea de Covoada de Leandro
(8) Subárea de Chá de Lombo Grosso
(9) Subárea de Pedro Calista
(10)Subárea de Cova

b. Área de Pico da Cruz (379 ha).


(1) Subárea de Lombo de Erva Doce
(2) Subárea de Chá de Pico da Cruz
(3) Subárea de Chá Fontaínha de Leite
(4) Subárea de Curral de Jorge
(5) Subárea de Gudo de Bandeirola
(6) Subárea de Chá de Tabuleirinho
(7) Subárea de Chá de Langer
(8) Subárea de Gudo Carrosca
(9) Subárea de Ribeira de Croque
(10)Subárea de Croque
(11)Subárea de Lenhal
(12)Subárea de Chá de Logenas (Losnas)

c. Área de Pêro Dias (149 ha).


(1) Subárea de Lombo de Curral Velho
(2) Subárea de Covoada de Cima
(3) Subárea de Lombo de Casuarinha
(4) Subárea de Covoada de Pêro Dias
(5) Subárea de Covão
(6) Subárea de Topo Bonito
(7) Subárea de Poial
(8) Subárea de Chá de Aguinha

d. Área de Moradinha (1034 ha)


(1) Subárea de Selada Vermelha
(2) Subárea de Covoada de Urgueiro
(3) Subárea de Gudo de Várzea de Beira

AREA DE MONTE HORTELÃO

AREA DE MONTE HORTELÃO

VI. DESCRICAO DAS AREAS E SUB-AREAS



A. ZONA A



1. (I). Núcleo de Moroços



a. Área de Monte Hortelão (629 ha)
b. Área de Moroços-Tenente (238 ha)
c. Área de Ladeira Alta (395 ha)

a. Área de Monte Hortelão


Preparação de terreno para plantação começou em 1985. foi plantado uns 10 ha com Acacia saligna, Acacia victoriae, Acacia salicina, Pinus canariensis e Cupressus arizonica e outras espécies de menos importância. Em 1986 uns 17 ha foram banqueteadas e plantadas, em 1987 29 ha com Acácias nas partes áridas e Eucaliptos e Pinheiros nas encostas mais húmidas. Em 1988 90 ha foram banqueteadas e plantadas com as mesmas espécies. Durante 1989 18.3 ha de terreno foram armados com caldeiras.

NUCLEO DE MOROCOS

Quadro 4. Sumario dos dados florestas do núcleo de Moroços.
Quadro 4. Sumario dos dados florestas do núcleo de Moroços.


b. Área de Moroços-Tenente


De 1984 ate 1989 uns 164 ha foram armados com banquetas ou caldeiras. Uns 112 ha foram plantadas com Parkinsonia aculeata, as acácias comuns como Acacia saligna, Acacia victoriae, Acacia farnesiana, Acacia nilotica, Acacia aneura, Acacia holosericea, Acacia seyal, Acacia cyclops. Nas lugares mais favoráveis foram plantados Pinheiros.


AREA DE MORÇOS - TENENTE

AREA DE MORÇOS - TENENTE


c. Área de Ladeira Alta


Não houve intervenção.

2.(II) Núcleo de Lagoa.


a. Área de Espadana (112 ha)
b. Área de Chá Branca (315 ha)
c. Área de Covoada Funda (37 ha)
d. Área de Ribeirão das Figueira (236 ha)
e. Área de Esdrougal-Ribeirinha (526 ha)
f. Área de Chá de Lagoa (289 ha)
g. Área de Chá de Estrela (298 ha)

a. Área de Espadana


Não houve intervenção.

b. Área de Chá Branca


Na subárea de Lombo de nossa Senhora da Luz três parcelas com um total de 2 ha foram banqueteadas e armadas com caldeiras e plantadas com Parkinsonia aculeata depois as chuvas de 1989.

c. Área de Covoada Funda


Uma parcela de 32 ha foi banqueteada e plantada com Acacia salicina, Acacia holosericea, Acacia farnesiana e Acacia nilotica em 1988. Quase todas plantas morreram durante 1989, e a área foi replantada depois as chuvas de 1989 com as mesmas espécies.

NUCLEO DE LAGOA

Quadro 5. Sumario dos dados florestais do núcleo de Lagoa.
Quadro 5. Sumario dos dados florestais do núcleo de Lagoa.

AREA DE CHÁ DE LAGOA PARTE SUL
Area de Chá de Lagoa Parte Sul

d. Área de Ribeirão Figueiras
Foi feito Preparação de terreno com banquetas e caldeiras em 1985 e 1986, e plantado com Acacia saligna, Acacia victoriae, Schinus molle, Acacia albida, Atriplex nummelaria e Melia azedarach.

e. Área de Esdrougal-Ribeirinha
A primeira intervenção foi em 1983 com preparação do terreno e plantado no ano seguinte, 1984, com provas de eliminação. A Major acção de plantação começou depois de 1985 com Cassia sturtii, Acacia nilotica, Acacia saligna, Acacia salicina, Casuarina stricta, Pinus canariensis, Pinus halepensis, Eucalyptus camaldulensis, Melia azedarach, Acacia albida, Schinus molle, Acacia seyal, Acacia holosericea e Ceratonia siliqua. A major parcela de 51 ha foi plantada em 1988 com Pinheiros nas partes húmidas e Acácias nas partes secas.

f. Área de Chá de Lagoa
Lagoa

As primeiras intervenções foram em 1984 com preparação de terreno e plantação de uns 55 ha com Acácias e Parkinsonia aculeata. Na parte Sul no lombo do Covão da Lagoa, 9 ha foram banqueteadas a plantadas com Parkinsonia aculeata e duas provas de eliminação, em 1984. 14 ha foram banqueteadas e plantadas com Acácias e Parkinsonia aculeata em 1985. Depois, cada ano, 10-30%, de replantação.

g. Área de Chá de Estrela
Esta área pertence a parte Sul (9ha) do Lombo do Covão da Lagoa. Foi banqueteada e plantada com as mesmas espécies da área de Chá de Lagoa. Mais duas parcelas, de 5.6 e 30 ha, foram banqueteadas e plantadas com Acacia victoriae, Acacia farnesiana e Parkinsonia aculeata, em 1988.

AREA DE COVOADA FUNDO

Area de Covoada Fundo

AREA DE ESDROUGAL-RIBEIRINHA E RIBEIRÃO DAS FIGUEIRAS

Area de Esdrougal-Ribeirinha e Ribeirão das Figueiras

AREA DE LAGOA

Area de Lagoa

AREA DE CHÁ BRANCA

Area de Chá Branca
Pac= Parkinsonia aculeata

AREA DE CHÁ DE LAGOA E DE BRANCA

Area de Chá de Lagoa e de Branca

3.(III) Núcleo de Cruz João Hérodes



a. Área de Cruz João Hérodes (182 ha)
b. Área de Gudo Selada do Tarafe (259 ha)
c. Área de Chá de Branca (254 ha)
d. Área de Morro de Vento (350 ha)
e. Área de Gudo de Engenheiro (136 ha)
f. Área de Cruz do Gaiteiro (224 ha)


Quadro 6. Sumario dos dados florestais do núcleo de Cruz João Hérodes.
Quadro 6. Sumario dos dados florestais do núcleo de Cruz João Hérodes.

a. Área de Cruz João Hérodes


Tem 4 parcelas que foram plantadas com Pinus radiata e Pinus canariensis, em 1962. Houve plantação de Acacia mearnsii e Acacia pycnantha em 1979, por voluntários e FARP. O primeiro ano de prepararão de terreno foi em 1981 e plantado com Pinus canariensis, Pinus halepensis e Pinus radiata, registando uma sobrevivência fraca. O resto foi banqueteado em 1983, 84 e 85 e plantado com diferentes espécies, sobretudo pinheiros.

b. Área de Gudo de Selada do Tarafe


A parte norte foi banqueteada em 1981 e plantada depois das chuvas e em Fevereiro de 1982 com Pinus halepensis, Pinus radiata, Pinus pinaster e Acacia pycnantha, mas muito poucas plantas sobreviveram, escapando só as que foram regadas. Em 1985 a parte sul foi banqueteada e plantada com Parkinsonia aculeata, e outras espécies de menos importância. Pequenas áreas foram banqueteadas e plantadas em 1985. A mortalidade tem vindo a ser sempre alta e replantação tem ocorrido todos os anos. A parte vizinha de Lombo do Navio foi banqueteada e plantada em 1988 com Acacia saligna e Acacia salicina.

c. Área de Chá de Branca


Algumas das parcelas florestadas, adjacentes a área de Cruz João Hérodes, foram incluídas nesta área. Ademais 4 parcelas donde sendo um em Monte Atravessado das Veredas e três em Matinho, plantados com Pinus canariensis e Pinus halepensis, em 1986.


AREA DE CRUZ JOÃO HÉRODES

Area de Cruz João Hérodes

AREA DE CRUZ DO GATEIRO E GUDO DE ENGENHEIRO

Area de Cruz Do Gateiro e Gudo de Engenheiro

AREA DE SELADA TARAFE E MORRO DE VENTO

Area de Selada Tarafe e Morro De Vento

AREA DE CHÁ DE ESTRELA

Area de Chá de Estrela

Morro de Vento

d. Área de Morro de Vento



Os lombos, perto da Selada de Tarafe, foram plantados por voluntários das FARP com Acacia mearnsii e Acacia pycnantha. Banqueteados em 1982 e plantado com Acacia saligna, Acacia pycnantha, Acacia nilotica e Pinus halepensis. Poucas plantas sobreviveram, o que levou a uma replantação em 1984 utilizando com as mesmas espécies. As parcelas aos roedores da prova de eliminação foram banqueteadas em 82-83 e plantadas em 1984-85 com Pinus halepensis, Pinus canariensis, Acacia saligna e Acacia salicina e outras folhosas.

e. Área de Gudo de Engenheiro


Tem uma parcela de 35.6 ha banqueteada e plantada em 1988 com Acacia victoriae, Acacia seyal, Acacia nilotica, Acacia farnesiana e Acacia holosericea.

f. Área de Cruz do Gaiteiro


Uma parcela de 5.3 ha banqueteada e plantada com Acacia holosericea, Acacia saligna e Parkinsonia aculeata. Para alem dessa parcela mais 39 ha foram banqueteadas e plantadas com Acacia saligna, Acacia nilotica, Acacia victoriae e Parkinsonia aculeata em 1988.


B. ZONA B



1. (IV) Núcleo de Agua das Caldeiras


a. Área de Lombo das Pedras (221 ha)
b. Área de Agua das Caldeiras (548 ha)

a. Área de Lombo das Pedras


Esta área tem 6 subáreas. Só em Lombo Pelado existe floresta velha de 1960-65. caracterizada por uma floresta aberta com pouco volume. As outras parcelas sirvam para produção de lenha e protecção.

A área consiste das subáreas seguintes:
1. Subárea de Lombo Pelado
2. Subárea de Ribeira de Poio
3. Subárea de Espongeiro
4. Subárea de Gudo de Matinho
5. Subárea de Gudo de Bardo de Ferro
6. Subárea de Ninho de Corvo

AREA DE LOMBO DAS PEDRAS

Area de Lombo das Pedras

AREA DE LOMBO DAS PEDRAS

Quadro 7. Sumario dos dados florestais da área de Lombo das Pedras.
Quadro 7. Sumario dos dados florestais da área de Lombo das Pedras.

Descrição das Subáreas:

1. Lombo Pelado
Plantado em 1961, 65, 70/71, banqueteado em 79/80 e replantado depois com Acacia saligna, Acacia pycnantha, Acacia mearnsii, Pinus radiata e Pinus canariensis.

2. Ribeira de Poio
Por baixo da estrada. Plantada em 1970 com Pinus radiata e Pinus canariensis. Banqueteada em 1979-80 e replantada com as espécies anteriores e com Acacia mearnsii e Acacia saligna.

3. Espongeiro
Plantado com Acacia mearnsii em 1966, em dual das suas parcelas. O resto foi banqueteado e plantado com Pinus halepensis, Pinus radiata, Pinus canariensis e Acacia mearnsii, em 79-80. A alta densidade populacional tem causado um certo dano na floresta pela abertura de ceareiras para agricultura.

4. Gudo de Matinho
Em 79/80 foi feito preparação de terreno e plantado com Acacia mearnsii e Acacia pycnantha, na parte alta com exposição noroeste.

5.Gudo de Bardo de Ferro
Foi parcialmente banqueteado e plantado com Acacia mearnsii em 1978,80 e em 1984 uma grande percentagem foi banqueteada e plantada com Acacia pycnantha, Acacia saligna, Pinus radiata, Pinus canariensis, Cupressus sempervirens var.stricta, Cupressus arizonica e Schinus molle e algumas pés de Tipuana tipo.

6. Ninho de Corvo
Banqueteada em 1984-85 e plantada em 1985. As espécies são Acacia mearnsii, Acacia pycnantha, Pinus radiata, Pinus canariensis e Pinus halepensis. Em 1989 terminou a construção duma captação e cisterna com um chafariz e um bebedouro. As encostas, aos redores, foram banqueteadas. A zona sofre uma baixa influencia do nevoeiro durante inverno e primavera e por isso, tem uma capa de grama e palha bastante desenvolvida. O crescimento das espécies lenhosas e lento porque o solo e muito duro. Existe umas pés de Prosopis juliflora o que tem bom desenvolvimento.

b. Área de Agua das Caldeiras
Esta área e formada pelo núcleo antigo de Agua das Caldeiras, e incluie o vulcão de Morro de Conceição e a caldeira a noroeste do vulcão de Cova. Foi em geral florestada por volta de 1960. Só nas subáreas de Veredas e Escovadinha que foram executadas obras de protecção de solo em forma de banquetas, isto antes da época do projecto Holandês. Entre 1977-79 houve e replantação com Acácias, mas morreram por causa da falta de agua. As primeiras obras de protecção de solo pelo projecto começaram em 1979-80, com o colmo em 1986.

Da floresta velha só executaram trabalhos de protecção de solo nas subáreas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 11 e 12.

A área consiste das seguintes subáreas:

1. Subárea de Agua das Caldeiras
2. Subárea de Lombo de Figueira
3. Subárea de Cima de Cova
4. Subárea de Ladeira Trilho
5. Subárea de Ladeira de Ribeira de Poio
6. Subárea de Morro de Conceição
7. Subárea de Seladinha
8. Subárea de Veredas
9. Subárea de Chá de Casa
10. Subárea de Lombo de Posto
11. Subárea de Covoada de Posto
12. Subárea de Escovadinha
13. Subárea de Pedra Rachada


AREA DE AGUA DAS CALDEIRAS

Quadro 8. Sumario dos dados florestais da área de Agua das Caldeiras.
Quadro 8. Sumario dos dados florestais da área de Agua das Caldeiras.
note 2) Covinhas pertence em realidade a área de Faleiro, mas sendo a única parte florestada foi juntado a subárea de Escovadinha na are. de Agua das Caldeiras, ficando no outro lado do lombo.

Descrição das Subáreas:

1. Água das Caldeiras
Dividido em 10 parcelas, a parte de baixo da estrada foi plantado em 1957 e 1958 com Pinus halepensis, Pinus canariensis, Acacia mearnsii, Acacia pycnantha, Cupressus sempervirens var.horizontalis, Cupressus sempervirens var.stricta e Eucalyptus spp. e ao lado do prédio Casa Florestal o terreno foi armado com banquetas em 1979 e plantado com Acacia mearnsii. A preparação do resto do terreno foi feito em 1985-86 e replantado com Pinus canariensis, Pinus halepensis e Grevillea robusta. O lombo em cima da estrada consiste de 3 parcelas. Parcela 1 foi plantada em 1958 com Cupressus sempervirens var.horizontalis, Eucalyptus sideroxylon e Grevillea robusta. 0 resto foi plantado em 1961 e 1962 com Pinus canariensis, Pinus radiata, Cupressus arizonica, Pinus halepensis, Cupressus sempervirens var.horizontalis, Cupressus sempervirens var.stricta, Acacia mearnsii e Albizzia lebbeck.

Preparação de terreno com banquetas na parcela 1 começou nos anos 1979-80, seguida de plantação com Acacia saligna, Acacia pycnantha, Acacia mearnsii e Eucalyptus spp. O resto do lombo foi banqueteado em 1985-86 e plantado com Pinus halepensis, Pinus canariensis e Acacia saligna. A parte norte vizinha a bacia de Covoada de Posto não foi banqueteada. Só houve corte nos fins de 1987.

2. Lombo de Figueira
O lombo entre o estrada velha e a nova foi banqueteado em 1985-86 e plantado com Acacia saligna, Acacia salicina e Pinus canariensis. A parte mais ao norte foi banqueteado e plantado com Acacia saligna em 1987.

3. Cima de Cova
Dentro da caldeira de Cova, as encostas foram banqueteadas em 1986 e plantados com Pinus canariensis, Pinus halepensis, Chamaecytisus proliferus e Pinus radiata. As partes no sul da cratera foram já descritas na área de Cova.


4. Ladeira de Trilho
Foi plantada em 1962 e 1979 com Acacia mearnsii e Acacia pycnantha. Os trabalhos de banquetas foram feitos em 1979 e replantada em 1987 com Pinus canariensis.

5. Ladeira de Ribeira de Poio
Plantada em 1962 e 1979 com Acacia mearnsii. Banqueteada em 1979.

6. Morro de Conceição
A ladeira ao norte foi plantada com Pinus radiata em 1961. Dentro da cratera a primeira plantação foi realizada em 1965 com Acacia mearnsii, Acacia pycnantha e Pinus canariensis. Uma outra plantação realizou-se em 1979 e 1980 com Pinus canariensis, Acacia mearnsii, Acacia pycnantha. Foi banqueteada em 1985 e 1986, com plantação de algumas parcelas com Pinus canariensis, Pinus halepensis, Acacia saligna, Cupressus arizonica, Pinus pinaster, Grevillea robusta e, o resto, em 1986 com sobretudo Pinus halepensis.

7. Seladinha
A parte ao sul da estrada foi plantada com Acacia pycnantha, Acacia mearnsii, Cupressus sempervirens var.stricta e horizontalis. Foi banqueteada em 1985-86 e replantada com Acacia saligna, Cupressus arizonica, Pinus canariensis e Cupressus sempervirens var.horizontalis. A ladeira ocidental foi banqueteada e plantado em 1986-88 com Pinus halepensis.

A parte ao norte da estrada foi plantada com Pinus canariensis em 1962. Foi feito uma limpeza em 1989.

8. Veredas
Tem 12 parcelas que foram plantadas nos anos de 1961-64. Esta e uma das subáreas onde os primeiros trabalhos de conservação de solo e agua, em forma de banquetas, foram feitos. Em 1961 foi plantada com Pinus halepensis e Pinus canariensis, em 1962 com Acacia mearnsii e Acacia pycnantha e em 1963 com Pinus radiata, Pinus canariensis. Em 1980 algumas das parcelas foram banqueteadas e plantadas com Acacia mearnsii e algumas replantadas com as mesmas espécies presente nestas parcelas.

9. Chá de Casa
Foi plantado com Pinus halepensis, Pinus canariensis e Pinus pinaster nos anos 1959-62. Regeneração natural de Acacia mearnsii ocorre nesta zona.

10. Lombo de Posto
Foi plantado em 1958-1962 com Pinus canariensis, Pinus halepensis, Pinus pinea, Pinus pinaster, Cupressus sempervirens, Eucalyptus sideroxylon, Acacia mearnsii e Acacia pycnantha. Novas plantações com Pinus radiata e Pinus pinaster foram feitas em 1967 e com Acacia mearnsii e Acacia pycnantha em 1978-80. Foi parcialmente banqueteado em 1986 mas não houve plantação (vez subárea 2.) Já houve uma manutenção da floresta em 1987, com desbaste e limpeza.

11. Covoada de Posto
Esta bacia foi plantado em 1961 com Quercus suber, Pinus canariensis, Pinus halepensis, Albizzia lebbeck, replantado em 1962 com Cupressus sempervirens var.horizontalis, Cupressus sempervirens var.stricta, Cupressus arizonica, Pinus canariensis, Acacia mearnsii. Preparação do terreno foi feita em 1979 com plantação de Acacia mearnsii, Cupressus sempervirens, Chamaecytisus proliferus, Cupressus arizonica e Eucalyptus camaldulensis. A parte vizinha ao lombo foi banqueteada em 1986 mas nunca plantada para estudar a regeneração espontânea de Acacia pycnantha. O lombo ao lado da caldeira de Cova foi banqueteado em 1985-86 e plantado com Pinus halepensis.

AREA DE AGUA DAS CALDEIRAS

AREA DE AGUA DAS CALDEIRAS


12.Escovadinha
Esta bacia foi plantado em 1962 com Pinus radiata, Pinus halepensis, Pinus canariensis, Pinus pinaster, Pinus pinea, Acacia mearnsii e Acacia pycnantha. A ladeira ao Norte, a parte baixa, foi plantada em 1967 com Pinus canariensis, Pinus pinea e Acacia salicina. A parte mais alta foi banqueteada em 1959-61 e plantada em 1962 com Acacia mearnsii, Acacia pycnantha e Acacia salicina. Em 1979-80 foi feito melhoramento das banquetas e plantado com Acacia pycnantha, Acacia mearnsii e Eucalyptus sideroxylon.
A parte que fica na área de Faleiro, Covinha, foi banqueteada em 1983-84 e plantado com Acacia saligna, Pinus halepensis, Pinus radiata e Chamaecytisus proliferus. Em 1988 outras 2 ha foram banqueteadas e plantadas com Chamaecytisus proliferus e Pinus halepensis.

13. Pedra Rachada
Foi plantado em 1967 com Pinus canariensis, Pinus halepensis, Pinus radiata, Acacia pycnantha, Acacia mearnsii, Chamaecytisus proliferus e, em 1978/79 com Acacia mearnsii. Tem lotes de Pinus radiata com bom crescimento mas, só que as plãntulas foram plantados com os vasos de plástico, fazendo-as desenvolver com um sistema radicular em espiral, torrando-as mais acessíveis a acção do vento. A parte em baixo da antena tem uma floresta quase natural de Acacia mearnsii e Acacia pycnantha. Para alem de ser uma floresta muito denso, pode-se notar mal formação das arvores causada pela acção do vento forte. Nesta subárea houve desbaste e limpeza em 1987.

2. (V) Núcleo de Corda



a. Área de Corda (306 ha)


Neste área tem sobretudo arvores frutíferas. No Chá de Mato foram plantados algumas Eucaliptos e Ciprestes no anos sessenta. Pequenas lotes de Pinheirais foram plantados no ano 1984-89.

3. (VI) Núcleo de Pico da Cruz


a. Área de Ribeirão Fundo, Cova (863 ha)
b. Área de Pico da Cruz (379 ha)
c. Área de Pêro Dias (149 ha)
d. Área de Moradinha (1034 ha)

a. Área de Ribeirão Fundo


A área de Ribeirão Fundo também e um perímetro antigo, que tinha o seu próprio viveiro onde começaram as actividades de florestação em 1954. A floresta antiga sobreviveu só em pequenos lotes de terreno, muitas vezes pode-se encontrar agrupamentos de alguns pés nos lombos e escarpamentos rochosos. Não tem significação como área de produção de madeira de serragem.

A área tem no total 90 ha, mas com incluie algumas subáreas sem floresta por causa de corte ilegal nos anos depois a independência em 1975 e pela Seca nos anos sessentas e oitentas. O total das parcelas com mais de 50% de densidade em volume de madeira e de 58 ha, ou se já 64.4% da área total, com a maioria plantada desde Janeiro de 1984. Durante a reabertura do caminho de Ribeirão Fundo em 1986, foram plantados arvores de Cupressus arizonica nas bermas. A área consiste das seguintes subáreas:

(1) Subárea de Lombinho Branco
(2) Subárea de Aguadinha
(3) Subárea de Topo Verde
(4) Subárea de Chá de Cabrita
(5) Subárea de Lombo de Figueira
(6) Subárea de Lombo Pedra Ratinho
(7) Subárea de Covoada de Leandro
(8) Subárea de Chá de Lombo Grosso
(9) Subárea de Pedro Calista
(10) Subárea de Cova

Descrição das subáreas:

1. Lombinho Branco
A parte em baixo da estrada foi plantada em 1958 com Cupressus lusitanista, Pinus radiata e Cupressus sempervirens var.horizontalis. O Lombo em cima da estrada tinha Acacia pycnantha que regenerou espontaneamente. Banquetas foram construídos na parte baixa em cima do caminho em 1987 e plantado com Pinus canariensis e Pinus halepensis, mas em 1988 foi replantado com as mesmas espécies.

2. Aguadinha
A parte em cima da estrada foi plantado em 1957 com Cupressus lusitanista (25%) e Cupressus sempervirens var.horizontalis. Em baixo da estrada uma grande superfície foi plantada com Cupressus sempervirens var.stricta, Cupressus sempervirens var.horizontalis, Cupressus macrocarpa e Cupressus lusitanica. Construção de banquetas foi feito em 1985-86, e em 1987 foi plantado (2 ha) com Grevillea robusta.

AREA DE RIBEIRAO FUNDO

Quadro 9. Sumario dos dados florestais da área de Ribeirão Fundo.
Quadro 9. Sumario dos dados florestais da área de Ribeirão Fundo.

3. Topo Verde
Foi plantado com Acacia mearnsii em 1956. Construção de banquetas foi feito em 1985-86 e replantado com Pinus halepensis, Grevillea robusta, Pinus canariensis e Pinus radiata. Cerca de 2 ha, ao lado do caminho, foi replantado com Grevillea robusta em 1987. Limpeza de rebentas de Acacia mearnsii foi feito em 1989.

3. Chá de Cabrita
Como Topo Verde, a parte ao lado do caminho foi replantado em 1987 com Grevillea robusta (2.0 ha).

4. Lombo de Figueira
Plantado em 1958 com Pinus halepensis, Pinus canariensis, Pinus pinea e Pinus radiata. Algumas partes foram replantadas com Acacia mearnsii e Pinus canariensis em 1980. Ainda existem rectos da floresta nos lombos (2.2 ha).

5. Lombo Pedra Ratinho
Plantado com Cupressus sempervirens var.stricta, Cupressus lusitanica, Acacia pycnantha, Acacia mearnsii em 1956, com Pinus radiata e Pinus canariensis em 1962. Pode-se notar regeneração espontânea de Acacia mearnsii. Em Janeiro e Setembro de 1984 foram construídos banquetas e replantado com Pinus canariensis e outras espécies de menos importância . Partes da floresta antiga ainda existem.

6. Covoada/Covoada de Leandro
Plantado em 1954 e 1955 com Eucalyptus globulus, Eucalyptus rostata e Cupressus sempervirens var.horizontalis e stricta. Pode-se notar regeneração espontânea de Grevillea robusta, Acacia pycnantha e Acacia mearnsii. Em 1956 foi plantado Acacia mearnsii e Cupressus lusitanica. A parte em baixo da estrada para Pico da Cruz foi banqueteada e plantada com Grevillea robusta e Pinus canariensis em 1987.

7. Chá de Lombo Grosso
Foi plantado em 1954 com Acacia farnesiana, Eucalyptus botryoides, Eucalyptus camaldulensis, Eucalyptus rostata, Cupressus sempervirens e plantada em 55-56 com Acacia pycnantha e Cupressus sempervirens. Em 1962 alguns pes de Grevillea robusta, foram plantados que regeneram espontane­amente como as espécies de Acacia pycnantha e Acacia mearnsii.
Em 1984, 1986 e 1987 o terreno nessa subárea foi preparado com banquetas e replantada com Pinus halepensis, Casuarina stricta, Acacia victoriae, Acacia saligna e Acacia salicina.

8. Pedro Calista
Foi plantado em 1957 com Pinus radiata, Pinus halepensis e Pinus canariensis e em 1980 foi outra vez plantado com Acacia mearnsii que regenerou espontaneamente depois. O lombo mais importante, com floresta velha, foi banqueteado em 1988 e replantado com Pinus halepensis.

AREA DE RIBEIRÃO FUNDO

Area de Ribeirão Fundo

10. Cova
Os escarpamentos do sul e oriente foram plantados em fins de 1981 e Janeiro de 1982 com Acacia mearnsii, Pinus halepensis e Pinus radiara. Uma parcela foi plantada com Acacia pycnantha nos anos sessentas.


b. Área de Pico da Cruz


A área de Pico da Cruze constituída por 12 subáreas: Chá de Logenas (Losnas), Chá de Tabuleirinho, Gudo de Bandeirola, Curral de Jorge, Ribeira de Croque, Croque, Lenhal, Chá de Pico da Cruz, Chá de Fontaínha de Leite, Chá de Langer, Gudo de Carrasco e Lombo de Erva Doce. A área foi plantada em 1954-68 com espécies de madeira para serragem e lenha. Uma boa parte tem pinheiros de volumes razoáveis, mas muito dispersas e muitas vezes com mau acesso. Os lombos no Chá de Langer foram plantados em 1965 com Pinus canariensis num compasso de 2 x 5m. O crescimento era por isso fraco, complicado ainda pelas condições péssimas do solo. Nas subáreas de Erva Doce, Chá de Pico da Cruz e Fontaínha de Leite alguns hectares foram banqueteados e plantados com Pinus halepensis e Grevillea robusta, respectivamente em 1987 e 1988.


A área consiste de seguintes subáreas:

(1) Subárea de Lombo de Erva Doce
(2) Subárea de Chá de Pico da Cruz
(3) Subárea de Chã Fontaínha de Leite
(4) Subárea de Curral de Jorge
(5) Subárea de Gudo de Bandeirola
(6) Subárea de Chá de Tabuleirinho
(7) Subárea de Chã de Langer
(8) Subárea de Gudo Carrosca
(9) Subárea de Ribeira de Croque
(10)Subárea de Croque
(11)Subárea de Lenhal
(12)Subárea de Chã de Logenas (Losnas)

AREA DE PICO DA CRUZ

Quadro 10. Sumário dos dados florestais da área de Pico da Cruz.
Quadro 10. Sumário dos dados florestais da área de Pico da Cruz.

Descrição das subáreas:

1. Lombo de Erva Doce
O lombo de Erva Doce foi plantado pela primeira vez em 1958 com Pinus pinea, Pinus canariensis, Cupressus lusitanica, Cupressus sempervirens var.horizontalis e outras espécies menos importante. Foi em parte replantado durante os anos sessentas com Cupressus sempervirens var.stricta e Pinus canariensis. O terreno foi armado com caldeiras e banquetas nos anos de 1987 e 1988 e plantado com Pinus canariensis. Em 1988 foi plantado com Grevillea robusta de baixo da copa da plantação velha com Cupressus sempervirens. Esta pratica que mostrou ser inútil deve ser evitado no futuro. Em Maio de 1989 começou o desbaste com compasso de 10 x 10 m. nesta plantação.

2. Chá de Pico da Cruz
Foi Plantado em 1958 e replantado com preparação de terreno (banquetas) de 1984 até 1988. Originalmente foi plantado com Pinus pinea, Cupressus lusitanica e replantada com Pinus canariensis, Pinus halepensis e Grevillea robusta. Foi desbastado em 1989, com limpezas anuais desde 1984.

3. Chã de Fontaínha de Leite
Como a subárea N° 1 foi plantado em 1958 com Pinus pinea, Pinus halepensis, Cupressus lusitanica e Cupressus sempervirens var.horizontalis. Nas cumeadas foi plantado Acacia mearnsii como cortina de vento. Durante os anos de 1966-1972 foi replantado com Pinus halepensis, Grevillea robusta e Pinus radiata. Em 1987 e 1988 foi feito preparação de terreno e plantado com Pinus halepensis e Grevillea robusta.

4. Curral de Nhô Jorge
Como a sub-área N° 1 foi plantado em 1958 com Cupressus lusitanica, Cupressus sempervirens var.horizontalis, Pinus halepensis, Pinus pinaster e Pinus pinea. Em 1966-1972 foi replantado com Pinus canariensis e Pinus radiara Em 1987/ 1988 foi feito preparação de terreno com caldeiras e plantado respectivamente com Pinus halepensis e Grevillea robusta em 1987 e 1988.

5. Gudo de Bandeirola
Originalmente plantado com Pinus canariensis e Acacia mearnsii por volta de 1970. em 1984 foi feito preparação de terreno com banquetas e plantado (3.4 ha) com Pinus canariensis (49%), Chamaecytisus proliferus, Cupressus arizonica e Pinus halepensis. Tem sido replantado Parcialmente, e regularmente limpado.

6. Chã de Tabuleirinho
Foi plantado em 1958 com Acacia pycnantha, Acacia saligna, Cupressus sempervirens var.horizontalis, Cupressus lusitanica, Acacia mearnsii, Pinus halepensis, Pinus pinaster e replantado depois de preparação de terreno (banquetas) (5.8 ha) com Acacia saligna, Chamaecytisus proliferus, Pinus canariensis (57%), Pinus halepensis, Parkinsonia aculeata e Ceratonia siliqua, em 1984.

AREA DE PICO DA CRUZ

Area de Pico da Cruz

7. Chã de Langer
A maioria da floresta foi plantada em 1958 com Acacia saligna, Acacia pycnantha, Acacia mearnsii, Pinus pinaster, Pinus pinea, Cupressus lusitanica e Cupressus sempervirens var.horizontalis. Houve replantação durante os anos sessenta com Pinus canariensis, Pinus radiata, Cupressus sempervirens var.stricta, Pinus brutii e Pinus halepensis. As parcelas eram pequenas e muitas vezes foram plantadas com mesclas de espécies por isto devido a difícil acesso. As parcelas com Pinus canariensis foram desbastadas em fins de 1988 e primeiro trimestre de 1989.

8. Gudo de Carrasco
Foi plantado em 1958 com Pinus pinaster (25%), Cupressus sempervirens var.horizontalis (30%), Pinus radiata e Pinus halepensis. Desde a data nunca foi desbastado e banqueteado etc. por causa de difícil acesso . Esta parte da floresta, junto com Lenhal, Croque, partes de Chã de Langer e Chã de Logenas deve ser considerada floresta protecção portanto sem exploração intensa.

9. Ribeira de Croque
Este vale foi plantado em 1958 e só uma parte no fundo do vale (2,2 ha) foi replantado em 1985, principalmente com Pinus canariensis. O lombo, em cima do caminho para Janela, foi replantado com Acacia saligna (2 ha).

10. Croque
A parte adjacente a Lenhal e em baixo de Chã de John foi plantada em 1956 com as espécies Pinus pinea, Pinus pinaster, Cupressus lusitanica e Cupressus sempervirens var.horizontalis. Nunca foi replantada e pode ser considerada floresta de protecção.

11. Lenhal
Floresta de protecção, com encostas escarpadas e pode-se encontrar uma mistura de Pinus pinea, Pinus pinaster, Pinus halepensis, Cupressus sempervirens var.horizontalis, Cupressus lusitanica e Acacia mearnsii.

12. Chã de Lógenas (Losnas)
Floresta de protecção, as vezes densa nas encostas escarpadas e em outras partes despersa. Pode-se encontrar uma mistura de espécies a semelhança de Losna e Croque.



AREA DE PICO DA CRUZ E PÊRO DIAS

Area de Pico da Cruz e Pêro Dias

c. Área de Pêro Dias


Floresta antiga. Concentração de espécies de eucalipto. A maneira de plantar (com bolsas) nos anos cinquenta fez registrar uma alta mortalidade dentro desta área. Em 1989, grande parte vai ser cortado e banqueteada, para depois ser replantada com Pinus canariensis e Grevillea robusta.

A área consiste de seguintes subáreas:
(1) Sub-área de Lombo de Curral Velho
(2) Sub-área de Covoada de Cima
(3) Sub-área de Lombo de Casuarinha
(4) Sub-área de Covoada de Pêro Dias
(5) Sub-área de Covão
(6) Sub-área de Topo Bonito
(7) Sub-área de Poial
(8) Sub-área de Chã de Aguinha

Descrição das sub-áreas:

1. Lombo de Curral Velho
Foi banqueteado em 1984 e plantado com Pinus canariensis. Tem alguns lombinhos com Pinus canariensis de 1986 e restos da floresta velha com Pinus radiata, Cupressus sempervirens var.stricta e horizontalis.

2. Covoada de cima
Foi banqueteada parcialmente em 1985 e plantada com Grevillea robusta e Chamaecytisus proliferus. A parte mais baixo foi plantada em 1987 com Pinus pinaster e Dalbergia sissoo. A floresta velha era de Cupressus sempervirens var.horizontalis, Pinus canariensis e Pinus radiata. Somente algumas árvores sobreviveram.

3. Lombo de Casuarina
Este lombo foi banqueteado e plantado com Pinus canariensis e Pinus halepensis em 1988. Replantada em 1989 com Pinus canariensis.

4. Covão
Foi plantado com Eucalyptus botryoides e outras espécies de eucalipto em 1957. O solo é pobre e com ma estrutura a mortalidade foi muito elevada depois de as árvores terem atingido um certo crescimento.

5. Covoada de Pêro Dias
Esta área incluie a bacia hidrográfica com este nome até o lombo de Lenhal e a entrada de Chã de John. A parte mais antiga do Perímetro encontra-se nas vizinhanças do antigo viveiro. Foi plantada em 1942 com Eucalyptus botryoides (2 ha) e alguns pés de Grevillea robusta. Em 1954 a parte Norte da bacia foi plantada com Eucalyptus botryoides, Eucalyptus rostata, Cupressus sempervirens var.stricta e Cupressus lusitanica.

AREA DE PERO DIAS

Quadro 11. Sumário dos dados florestais da área de Pêro Dias.
Quadro 11. Sumário dos dados florestais da área de Pêro Dias.

A selada da bacia, no Sul, foi plantada em 1955 com Pinus radiata e Pinus halepensis. A parte chamada Covão, em baixo do Lombo de Tampa, foi plantada em 1955 com varias Eucalyptus spp.: Eucalyptus globulus, Eucalyptus rostata, Eucalyptus botryoides, Eucalyptus oblique, Eucalyptus resinifera e também Cupressus sempervirens var.stricta. O resto da bacia foi plantado em 1956 com Cupressus lusitanica e algumas outras espécies de fraca representação.

Durante os anos sessenta os lombos situados a Noroeste (Covão) e a Este (Topo Bonito) foram em parte replantados com Pinus canariensis, Pinus radiata e Grevillea robusta. O resto da floresta na Covoada de Pêro Dias tinha um fraco crescimento chegando uma parte a morrer nos anos setenta. O lombo em cima da escola foi replantado em 1984 (4.2 ha) com Pinus canariensis (40%), Pinus halepensis, Acacia saligna e Acacia salicina. Disperso existem arbustos de Acacia longifolia var.sophorae possivelmente plantado em 1984-85. Este sub-área foi em grande parte talada, banqueteada e replantada com Grevillea robusta em 1989.


Topo Bonito, 7. Poial e 8. Chã de Aguinha
Topo Bonito (8 ha) foi replantado em 1986 com Pinus canariensis e Acacia saligna. A parte sul da selada, Poial (6 ha), foi plantada com Cupressus arizonica e Pinus canariensis em 1986, 1987 e 1988. O Lombo Casuarina (9 ha) e o Chã de Aguinha (8 ha) foram plantados com Pinus canariensis (50%) e Pinus halepensis (50%) em 1988 e com só Pinus canariensis em 1989.


AREA DE MORADINHA

Area de Moradinha

d. Área de Moradinha


Esta área quase que não foi tocada. lncluíe a zona em cima de Mesa até 600m. Somente uns 3 ha em Selada Vermelha, e a parte vizinha de Várzea de Beira foram banqueteadas.

A área consiste de seguintes sub-áreas:
(1) Sub-área de Selada Vermelha
(2) Sub-área de Covoada de Urgueiro
(3) Sub-área de Gudo de Várzea de Beira

AREA DE MORADINHA

Quadro 12. Sumário dos dados florestais da área de Moradinha.
Quadro 12. Sumário dos dados florestais da área de Moradinha.

Descrição das sub-áreas:

1. Selada Vermelha
Construcção de banquetas e caldeiras em fins de 1988 e em 1989.Plantado com Parkinsonia aculeata e Acacia salicina em 1989.

2. Covoada de Urgeiro
Terreno difícil. Vai ser guardado sem construção de caldeiras o banquetas. Na parcela Lombo de Erdão foi construída 400 caldeiras. Foram plantadas com Acacia salicina e Acacia saligna.

3. Gudo de Várzea de Beira
Banqueteado e construção de caldeiras em 1988 e plantado com Acacia saligna, Acacia salicina, Parkinsonia aculeata (parte mais baixa) e pinheiros na parte em cima dos lombos. Em 1989 mais terreno foi armada com caldeiras e plantada e replantada em 1989 com Parkinsonia aculeata, Acacia saligna e Acacia holosericea. A parte em ligada ao caminho foi plantada com Pinus canariensis e Pinus radiata em 1988 e replantada com Acacia saligna e Pinus canariensis em 1989.


VII. PROGRAMAÇAO DAS ACTIVIDADES SILVÍCOLAS



Nos três tipos de floresta do Planalto Leste, segundo a capacidade do solo, temos floresta de protecção (P), floresta de produção de lenha e forragem (pastagem) (L) e floresta de produção de postos e madeiras para serragem (M). Cada tipo de floresta tem a sua própria rotação e esquema de manutenção silvícola.

A. Floresta de Protecção.


Este tipo de floresta situa-se em terrenos com pendentes superior a 50%, ou em terrenos com alto risco de erosão hídrica e eólica como respectivamente nas zonas A e B. Nos terrenos em estado de degradação devido a sobre pastoreio, onde a estrutura da capa de solo foi destruído e levado pelo vento, a protecção do solo e muito importante para que possa haver regeneração da vegetação natural, diminuindo assim a influência que o vento e a precipitação exerce sobre a desagregação das partículas do solo. A floresta seja composto por uma mistura de Acácias, Eucaliptos e outras espécies adaptadas ao clima. A rotação está calculado entre 10 a 20 anos. As actividades humanas devem ser restringidos só a monda nas covas durante os primeiros 4 anos, e uma ligeira poda nos anos depois. Nas parcelas mais secas, a plantação por meio de bolsas de plásticos, plãntulas criadas no viveiro, deve ser descontinuado e substituído por lançamento de sementes florestais e de gramíneas. A construção de caldeiras deve ser preferida sobre banquetas e ambos só serão realizadas em terrenos com sintomas de erosão grave. Na floresta de protecção da zona B as encostas escarpadas onde existe mistura de Pinheiros e Ciprestes adultos, actividades devem ser restringidas só ao turismo recreativo, colheita de lenha seca e colheita de sementes florestais.

B. Floresta de Produção de Lenha e Forragem (uso da terra silvo-
pastoral).


Este tipo de floresta situa-se em terrenos com pendentes entre 22 e 50% na zona A e entre 30 e 50% na zona B. A floresta e composta por Acácias, Eucaliptos e outras foliosas. O perigo de danos causados por erosão seja menos do que o da floresta anterior e a produção é mais elevada. Neste tipo de floresta já e permitido a recolha de lenha, cabos de ferramentas e forragem (folhas etc.). A intervenção deve ser de cinco em cinco anos, as vezes mais frequente se as circunstâncias bioclimatológicas permitir. A intensidade de desramação e a duração da rotação será dependente das circunstâncias bioclimatológicas da parcela, mas por média pode-se calcular em 10 anos pelas parcelas com melhores condições e até 20 anos pelas parcelas com condições menos favoráveis.


ESQUEMA DE ROTAÇÃO COM MEDIDASSILVÍCOLAS PARA LENHA E POSTOS

Esquema de rotação com medidassilvícolas para lenha e postos

C. Floresta de produção de lenha e postos.


Refere-se as parcelas com floresta de Acácias nos núcleos de Agua das Caldeiras e Pico da Cruz. Sobretudo Acacia mearnsii pode servir para criação de postos para construção. A regeneração natural nestas parcelas é boa e portanto deve-se utilizar e guiar esta floresta natural para a produção de fustes compridos e rectos com desbaste e desramação própria.

D. Floresta de produção de madeira de Grevilha.


Este tipo de floresta fica nas áreas de Pico da Cruz e Pêro Dias. Conta- se com uma rotação de 30 até 40 anos. As árvores serão plantadas em caldeiras ou banquetas com um compasso de 5 x 5 metros. As árvores precisaram poda desde a secunda ano para estimular a crescéncia dum fuste comprido.

ESQUEMA DE ROTAÇAO COM MEDIDAS SILVICOLAS PARA GREVILHA

Esquema de rotaçao com medidas silvicolas para grevilha

E. Floresta de produção de madeira de Pinheiro e Cipreste.


As parcelas ficam nos núcleos de Agua das Caldeiras e Pico da Cruz. A rotação é de 30-40 anos. As medidas são as mesmas aplicadas a Grevilha.

ESQUEMA DE ROTAÇAO COM MEDIDAS SILVICOLAS PARA PINHEIRO E CIPRESTE

Esquema de rotaçao com medidas silvicolas para pinheiro e cipreste

APENDICE A: ESPECIES AGRO-SILVO-FLORESTAIS DE PLANALTO LESTE


GYMNOSPERMAE

Cupressaceae
Chamaecyparis lawsoniana (A.MURR.)PARL.
Cupressus lusitanica MILLER
Cupressus macrocarpa HARTWEG
Cupressus sempervirens L.
var. sempervirens (stricta)L.
var. horizontalis (MILLER)GORDON
Cupressus arizonica GREENE

Pinaceae
Pinus canariensis CHR.SM.ex DC.
Pinus brutii TEN.
Pinus halepensis MILLER
Pinus pinaster AlT.
Pinus radiata D.DON
Pinus pinea L.

ANGIOSPERMAE DICOTYLEDONAE

Anacardiaceae
Mangifera indica L. Schinus moile L.

Bignoniaceae
Jacaranda mimosifolia D.DON

Caesalpiniaceae
Bauhinia purpurea L.
Bauhinia rufenscens LAM.
Bauhinia variegata L.
Caesalpinia spinosa (MOL.) O.KUNTZE
Cassia artemisioides GAUDICH
Cassia sturtii R.BR.
Ceratonia siliqua L.
Cercis siliquastrum L.
Gleditsia triacanthos L.
Parkinsonia aculeata L.
Tamarindus indica L.
Tipuana tipu (BENTH.) O.KUNTZE

Casuarinaceae
Casuarina cunninghamiana MIQ.
Casuarina equisetifolia L. ex J.R. & G.FORST.
Casuarina lusitanica
Casuarina stricta ALT.
Casuarina tenuíssima

Chenopodiaceae
Atriplex cinerea POIR.
Atriplex nummelaria LINDL.
Atriplex semibaccata R.BR.

Fabaceae (Papilionaceae)
Cajanus cajan(L.)MILLSP.
Chamaecytisus proliferus (L.fil)LINK
Cytisus scoparius (L.)LINK
Gleditsia triancanthos L.
Ulex europaeus L.

Fagaceae
Castanea sativa MILL.
Quercus suber L.

Meliacae
Melia azedarach L.

Mimosaceae
Acacia albida DELARB.
Acacia aneura F.MUELL.ex BENTH
Acacia brachystachya BENTH.
Acacia calamifolia SWEET ex LINDL.
Acacia colletioides BENTH.
Acacia cyclops A.CUNN.ex G.DON
Acacia farnesiana (L.)WILLD.
Acacia holosericea A.CUNN.ex G.DON
Acacia longifolia (ANDR.)WILLD.var.sophorae (LABILL.)BENTH.
Acacia kempenana F.MUELL.
Acacia mearnsii WILLD.
Acacia nilotica (L.)WILLD.ex DELILE
Acacia pycnantha BENTH.
Acacia retinodes SCHLECHTEND
Acacia salicina LINDL.
Acacia saligna (LABILL.)H.WENDL
Acacia senegal (L.)WILLD.
Acacia seyal DELILE
Acacia tortilis (FORSSK.)HAYNE
Acacia victoriae BENTH.
Albizia lebbek (L.)BENTH.
Dichrostachys glomerata (FORSSK.)CHIOV.
Leucaena leucocephala (LAM.) DE WIT
Prosopis juliflora (Sw.)DC.

Moraceae
Ficus capensis THUNB.
Ficus carica L.
Ficus gnaphalocarpa (MIQ.)STEUD.ex A.RICH.
Morus nigra L.

Myrtaceae
Eucalyptus botryoides SM.
Eucalyptus brockwayi C.A.GARDN.
Eucalyptus camaldulensis DEHNH.
Eucalyptus globulus LABILL.
Eucalyptus gomphocephala A.DC.
Eucalyptus citriodora HOOK.
Eucalyptus sideroxylon A.CUNN.ex WOOLLS
Eucalyptus tereticornus SM.
Eucalyptus urophylla x alba
Psidium guajava L.

Proteaceae
Grevillea robusta A.CUNN.

Punicaceae
Punica granatum L.

Rhamnaceae
Ziziphus spina-cristi L.
Ziziphus mauritiana LAM.

Rosaceae
Cydonia oblonga MILL.
Malus domesticus BORKH.
Prunus amygdales BATSCH

Rutaceae
Citrus aurantifolia (CHRISTM.)SWING.
Citrus vulgaris L.

Simaroubaceae
Ailanthus altissima (MILL.)SWINGLE

MONOCOTILEDONAE

Agavaceae
Dracaena draco (L.)L.


APENDICE E: LISTA DE ABREVIAÇOES DAS ESPECIES PLANTADAS



Aa=Acacia albida
Aan=Acacia aneura
Af=Acacia farnesiana
Ah=Acacia holosericea
Ak=Albizia lebbek
Al=Acacia longifolia
Am=Acacia mearnsii
An=Acacia nilotica
Anu=Alriplex nummelaria
Ap=Acacia pycnanlha
Ar=Acaica retinodes
As= Acacia saligna
Asi=Acacia salicina
Asy=Acacia seyal
At= Acacia tortilis
Av=Acacia victoriae
Ba=Bauhinia rufescens
Ca=Cupressus arizonica
Cas=Casuarina stricla
CI=Cupressus lusilanica
Cm=Cupressus macrocarpa
Cp=Chamaecytisus prolifera
Cs=Cupressus sempervirens
Csh=Cupressus sempervirens var. horizontalis
Css=Cupressus sempervirens var. slricta
Cst=Cassia sturlii
Ds=Dalbergia sissoo
Eb =eucalyptus botryoides
Ec=Eucalyplus camaldulensis
Es=Eucalyptus sideroxylon
Eu=Eucalyptus spp
Gr=Grevillea robusta
Ma=Melia azedarach
Pac=Parkinsonia aculeala
Pb=Pinus brutii
Pc=Pinus canariensis
Ph=Pinus halepensis
Pj=Prosopisjuliflora
Pr=Pinus radiola
Pt=Pinus pinaster
Sm=Schinus molle
Tt=Tipunana lipu
Zm=Ziziphus mauritiana

REFERENCIAS



Boletim Oficial.
N° 36, 14 de Setembro de 1989.

Briel, J.P. v/d; Plano de Manutenção da área florestal de Ribeira de Poio e Lombo das Pedras, Planalto Leste, Santo Antão. SARDEP, 1985

Duiker, H. Plano de Manutenção da área florestal de Morro de Conceição e Agua das Caldeiras, Planalto Leste, Santo Antao. SARDEP,1985

Fraiture, A. de et al Plano de Manutenção da área florestal de Pedra Rachada, Planalto Leste, Santo Antão. SARDEP, 1985

Litjens, G. Desenvolvimento das Florestas com Espécies de Pinus. Planalto Leste, Santo Antão, C.V. SARDEP,1983

Melle, G.van; Estudio sobre Ia capacidad de uso de Ia tierra en dos áreas de los subregiones Puriscal e Cariagres, Costa Rica. CATI E/GTZ, Turrialba, C.R.,1984

Mes, G. Plano de Manutenção da área florestal de Ribeirão Fundo & Cova, Planalto Leste, Santo Antão. SARDEP, 1985

Ruks, R. & T.Tielens Plano de Manutenção da área florestal de Paro Dias, Planalto Leste, Santo Antão. SARDEP, 1985

Sluis, A. v.d. & J.Holtus Plano de Manutenção da área florestal Cruz, Planalto Leste, Santo Antão. SARDEP, 1985